Estimados Amigos e Colegas Treinadores de Trampolins
Serve a presente para a todos manter informados sobre a AG e sobre o Resultado da votação do PA e Orçamento para 2013. Foram Aprovados os Docs apresentados só com 2 pequenas alterações de pormenor, com 29 votos a favor e 2 abstenções.
O presidente da FGP foi por vários Delegados presentes elogiado pela forma esclarecida e esclarecedora com que foi respondendo às muitas questões apresentadas, demonstrando cabal conhecimento do que estava inscrito em cada rubrica e como se havia calculado esses montantes, permitindo um esclarecimento que conduziu a esta expressão de quase unanimidade na aprovação.
O teor das intervenções dos treinadores de Trampolins através do seu Delegado, foram resumidamente as seguintes:
1ª Saudar a ambição e determinação em provocar o desenvolvimento da ginástica que este PA e orçamento propõem – A Ambição faz falta às organizações e aos grupos de trabalho.
2º Questionar a pouca verba inscrita no Alto Rendimento e Seleções Nacionais, referindo a necessidade de para tantos ginastas serem encontrados muitos momentos de preparação em conjunto e provas internacionais. O Rio 2016 já começou à 3 meses… não pareceu haver margem para alterar esta dotação, mas a forma como será aplicada é que ditará as consequências de tão curto investimento – A eficácia também pode ser para aqui chamada, na realização de estágios e nas provas internacionais.
3ª Saudar a intenção de realização de cursos de treinadores e a existência de vários programas de apoio aos Clubes e aos treinadores em especial nos casos do A.Rendimento. Foi referida em nosso nome, a necessidade de pensar o alargamento do número de treinadores de forma a distribuir pelo Centro e Sul do País a cobertura destes espaços referenciais de treino.
4ª Em nosso nome foi igualmente referido o desejável aumento da dotação da FGP para apoiar os custos relativos aos CMGI, ao que o Presidente referiu que embora também fosse desejavelmente a intenção dele , como certamente de todos, mas os apoios à participação de Juniores ou categorias de idade inferiores, estariam sempre fora da alçada dos apoios federativos, salvaguardadas as especialidades olímpicas e algumas especificidades resultantes das participações de Juniores em Campeonatos da Europa.
5ª Apresentámo-nos como um grupo temerário, que aceita correr riscos (calculados!), que quer ser, porque lhe está na essência, uma força de propulsão e não força de bloqueio, no ciclo olímpico que agora se inicia, mas que quer poder ser ouvida com merecida (muita) atenção e participar sempre que o tema o justifique. VOTÁMOS A FAVOR, mas referimos que estamos atentos à verificação de desigualdades que prejudiquem os nossos ginastas na comparação com outros no seio da Federação, situação que a exemplo das Bolsas, prémios e subsídios se apresentava gritantemente desigual e injustamente permanecia em vigor. O Presidente da FGP, referiu que tal facto se deveu em 2012 a não terem querido alterar os regulamentos em vigor que herdaram, tal como fizeram com os outros regulamentos, mas que para 2013 esta situação será alterada para padrões de justiça e equidade mais consentâneos com o sentido de família gímnica que aportam para todas as decisões estratégicas. – Cá estremos para ver, mas esse compromisso de alterar o quadro de coisas foi assumido na AG, e não vimos razão para não acolher bem essa tomada de posição.
6ª Foram considerados por nós realistas mas muito exigentes os objetivos para o ciclo olímpico, em termos de número de apurados para o Rio 2016 (1+1+1+1) repetindo Londres 2012,
Percebeu-se que eramos visíveis e audíveis e para recém chegados cumprimos bem o nosso papel de participantes ativos, empenhados, motivados mas sempre muito atentos para podermos como é nosso apanágio “melhorar o bom e manter o ótimo” que é muito a propósito o lema da Rolls Royce (estiveram a espiar-nos certamente!).
Abraço
Carlos Matias
Sem comentários:
Enviar um comentário